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São Frei Galvão, 1º Santo nascido no Brasil




Palavra do Senhor
Por que este medo, gente de pouca fé? Então, levantando-se, deu ordens aos ventos e ao mar, e fez-se uma grande calmaria.
(Mateus 8,26)

Todo o que nele crer não será confundido[...] Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.
(Romanos 10,11.13))

Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura.
(Marcos 16,15)

Antes bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a observam!
(Lucas 11,28)

Sede cumpridores da palavra e não apenas ouvintes; isto equivaleria a vos enganardes a vós mesmos.
(Tiago 1,22)

O olho é a lâmpada do corpo. Se teu olho é são, todo o corpo será bem iluminado; se, porém, estiver em mau estado, o teu corpo estará em trevas. Vê, pois, que a luz que está em ti não sejam trevas.
(Lucas 11,34-35)

Ora, o fruto da luz é bondade, justiça e verdade. Procurai o que é agradável ao Senhor, e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente.
(Efésios 5,9-11)

Não temais, pequeno rebanho, porque foi do agrado de vosso Pai dar-vos o Reino.
(Lucas 12,32)

Sede contentes e agradecidos ao Pai, que vos fez dignos de participar da herança dos santos na luz. Ele nos arrancou do poder das trevas e nos introduziu no Reino de seu Filho muito amado, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados.
(Colossenses 1,12-14)

Dei-lhes a tua palavra, mas o mundo os odeia, porque eles não são do mundo, como também eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas sim que os preserves do mal.
(João 17,14-15)

Em verdade, em verdade vos digo: o que pedires ao Pai em meu nome, ele vo-lo dará. Até agora não pedistes nada em meu nome. Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja perfeita.
(João 16,23-24)

O Senhor torna-se refúgio para o oprimido, uma defesa oportuna para os tempos de perigo. Aqueles que conheceram vosso nome confiarão em vós, porque, Senhor, jamais abandonais quem vos procura.
(Salmo 9,10-11)

Nem eu te condeno. Vai e não tornes a pecar.
(João 8,11)

Feliz aquele cuja iniquilidade foi perdoada, cujo pecado foi absolvido. Feliz o homem a quem o Senhor não argúi de falta, e em cujo coração não há dolo.
(Salmo 31,1-2)

Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim Pai, eu te bendigo, porque assim foi do teu agrado.
(Mateus 11,25-26)

O espírito é que vivica, a carne de nada serve. As palavras que vos tenho dito são espírito e vida.
(João 6,63)

Vinde à parte, para algum lugar deserto, e descansai um pouco.
(Marcos 6,31a)

Só em Deus repousa a minha alma, é dele que me vem o que eu espero. Só ele é meu rochedo e minha salvação, minha fortaleza: jamais vacilarei.
(Salmo 61,6-7)

Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado; porque não crê no nome do Filho único de Deus.
(João 3,17-18)

Quem não está comigo, está contra mim; quem não recolhe comigo, espalha.
(Lucas 11,23)

Examinai-vos a vós mesmos, se estais na fé. Provai-vos a vós mesmos. Acaso não reconheceis que Cristo Jesus está em vós? [...] Mas espero que reconhecereis que ela não é contra nós.
(Coríntios 13,5-6)

Se alguém tiver sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim como diz a Escritura: Do seu interior manarão rios de água viva.
(João 7,37b-38)

Ó Deus, vós sois o meu Deus, com ardor vos procuro. Minha alma está sedenta de vós anela como a terra árida e sequiosa, sem água.
(Salmo 62,2)

Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim.
(João 14,1)

Por que te deprimes, ó minha alma, e te inquietas dentro de mim? Espera em Deus, porque ainda hei de louvá-lo: ele é minha salvação e meu Deus.
(Salmo 41,12)

Não julqueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados.
(Lucas 6,37)

Assim, és inescusável, ó homem, quem quer que sejas, que te arvoras em juiz. Naquilo que julgas a outrem, a ti mesmo te condenas; pois tu, que julgas, fazes as mesmas coisas que eles.
(Romanos 2,1)

Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus!
(Mateus 5,3)

Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados!
(Mateus 5,4)

Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!
(Mateus 5,5)

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados!
(Mateus 5,6)

Se fordes zelosos do bem, quem vos poderá fazer mal? E até sereis felizes, se padeceres alguma coisa por causa da justiça! Portanto, não temais as suas ameaças e não vos turbeis. Antes santificai em vossos corações Cristo, o Senhor.
( I Pedro 3,13-15a)

Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórida!
(Mateus 5,7)

Haverá juízo sem misericórdia para aquele que não usou de misericórdia. A misericórida triunfa sobre o julgamento.
(Thiago 2,13)

Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus!
(Mateus 5,8)

Tenho esperança em Deus, como também eles esperam, de que há de haver a ressurreição dos justos e dos pecadores. Por isso, procuro ter sempre sem mácula a minha consciência diante de Deus e dos homens.
(Atos 24,15-16)

Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus!
(Mateus 5,9)

Observa o homem de bem, considera o justo, pois há prosperidade para o pacífico.
(Salmo 36,37)

Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!
(Mateus 5,10)

Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.
(Mateus 5,11)

O Deus de toda a graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecidos um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vos fortificará. A ele o poder na eternidade! Amém.
( I Pedro 5,10-11)

Em verdade, em verdade vos digo: antes que Abraão fosse, eu sou.
(João 8,58)

Jesus Cristo é sempre o mesmo: ontem, hoje e por toda a eternidade.
(Hebreus 13,8)

Daí, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
(Mateus 22,21)

Tu és digno Senhor, nosso Deus, de receber a honra, a glória e a majestade, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade é que existem e foram criadas.
(Apocalipse 4,11)

Não temas! Eu sou o Primeiro e o Último, e o que vive. Pois estive morto, e eis-me de novo vivo pelos séculos dos séculos; tenho as chaves da morte e da região dos mortos.
(Apocalipse 1,17l-18)

A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós.
(João 20,21)

Creste, porque me viste.Felizes aqueles que creêm sem ter visto!
(João 20,29)

Este Jesus vós o amais, sem o terdes visto; credes nele, sem o verdes ainda, e isto é para vós a fonte de uma alegria inefável e gloriosa, porque vós estais certos de obter, como preço de vossa fé, a salvação de vossas almas.
( I Pedro 1,8-9)

Se, porém, andamos na luz como ele mesmo está na luz, temos comunhão recíproca uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.
( I João 1,7)

Meu filho, coragem! Teus pecados te são perdoados.
(Mateus 9,2c)

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é que me ama.
(João 14,21a)

Eis como deveis rezar: Pai Nosso, que estais no céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.
(Mateus 6,9-10)

Considerai com que amor nos amou o Pai, para que sejamos chamados filhos de Deus. E nós o somos de fato.
( I João 3,1)

Deus disse: honra teu pai e tua mãe; aquele que amaldiçoar seu pai ou sua mãe será castigado de morte.
(Mateus 15,4)

Filhos, obedecei a vossos pais segundo o Senhor; porque isto é justo. O primeiro mandamento acompanhado de uma promessa é: Honra teu pai e tua mãe, para que sejas feliz e tenhas longa vida sobre a terra.
(Efésios 6,1-3)

Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres a ponto de seduzir, se isto fosse possível, até mesmo os escolhidos. Eis que estais prevenidos.
(Mateus 24,24-25)

Quem é mentiroso senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse é o Anticristo, que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho não tem o Pai. Todo aquele que proclama o Filho tem também o Pai.
( I João 2,22-23)

Em verdade, em verdade te digo: quem não renascer da água e do Espírito não poderá entrar no Reino de Deus. O que nasceu da carne é carne, e o que nasceu do Espírito é espírito.
(João 3,5-6)

Mas todos aqueles que o receberam (Jesus), aos que creêm no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim de Deus.
(João 1,12-13)

Dou-vos um novo mandamento: Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros.
(João 13,34)

A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor recíproco; porque aquele que ama o seu próximo cumpriu toda a lei. [...] A caridade não pratica o mal contra o próximo. Portanto, a caridade é o pleno cumprimento da lei.
(Romanos 13,8.10)

E a esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
(Romanos 5,5)

Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: Mulher, eis aí teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa.
(João 19,26-27)

Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos disser.
(João 2,5)

Eis que venho em breve, e a minha recompensa está comigo, para dar a cada um conforme as suas obras. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Começo e o Fim.
(Apocalipse 22,12-13)


Projeto: "Imortais de Guaratinguetá"

       Este link destina-se a mostrar as personalidades Guaratinguetaenses que se destacaram no cenário nacional e internacional.
Brito Broca

     José Brito Broca nasceu em Guaratinguetá- SP no dia 6 de outubro de 1903.
     Filho de André Broca e de Benedita Marieta Brito Broca, formou-se pela Escola Normal em 1923.
     Quando ainda estudante, já colaborava no Correio Popular, no jornal semanal, de quatro paginas, que circulava aos domingos.
     Em 1924, tendo sido fundado na cidade O Farol, órgão de oposição a política dos Alves (ou melhor, do Comendador Antônio de Paula Rodrigues Alves, irmão do Conselheiro e que era então chefe político do município) , uma crônica de sua autoria, publicada na seção social, obrigou o escritor a mudar-se para São Paulo.
     Atraído pelo jornalismo, em 1927 é repórter de A Gazeta, da capital paulista, onde escreveu, sob o pseudônimo de Lauro Rosas, a crônica de abertura da seção social. Com a vitória da revolução de 30, novos órgãos surgiram na imprensa paulista, e Brito Broca, deixou, então, A Gazeta para trabalhar no jornal O Tempo, Folha do Tenentismo, e no A Razão, órgão ligado à Legião Revolucionaria. Em 1935, porém, voltou para a redação do Jornal A Gazeta, como responsável pela seção literária, datando daí suas primeiras crônicas sob o pseudônimo de Alceste.
     Em 1937, a convite de Genolino Amado, transferiu-se para o Rio de janeiro, onde passou a trabalhar no antigo DIP, embora sem qualquer vinculação ideológica à política de Getulio Vargas. Por essa mesma época, foi chamado a colaborar com a Livraria José Olympio Editora, como redator de notas sobre as edições da Casa, tradutor e prefaciador de obras literárias. Ao mesmo tempo continuou a colaborar com A Gazeta, como redator da Sucursal.
     Em 1944 publicou Americanos, vol. 15 da coleção Caderno Azul, da Editora Guairá Ltda., de Curitiba.
     Em 1946, graças a generosidade de Jorge Lacerda, diretor do suplemento “Letras & Artes”, de “A Manhã”, tendo tido a oportunidade de realizar uma viagem a Buenos Aires, escrevendo, então, varias reportagens e entrevistas para esse órgão.
     Em 1948, empreendeu, por conta própria, sua primeira e única viagem à Europa, sonho que sempre alimentou e que, pôde, afinal, realizar. E é fácil avaliar o que essa viagem representou para Brito Broca, ele que sempre viveu encharcado de literatura francesa e que, como bom intelectual sul-americano, também sentia os efeitos daquela “Sedução de paris” a que se referiu no ultimo ensaio do seu volume de estréia.
     1956 foi um ano particularmente significativo na vida do escritor, pois assinalou o aparecimento do seu ensaio A Vida Literária no Brasil – 1900, em edição ilustrada do Serviço de Documentação do Ministério da Educação e Cultura, então dirigido pelo seu grande amigo e incentivador José Simeão Leal. Esse livro projetou em todo país o nome do escritor, pois foi quatro vezes premiado – pela Secretaria de Educação do Rio de Janeiro (Prêmio Paula Brito); pela Academia Brasileira de Letras (Premio Silvio Romero); pela sociedade Paulista de Escritores (Prêmio Fábio Prado); e pelo Pen Club do Brasil (Prêmio Luísa Cláudio de Sousa). Nesse mesmo ano foi publicado outro trabalho de sua autoria: Raul Pompéia, vol. N7 21 da coleção “Grandes Vultos das Letras”, da Cia. Melhoramentos de São Paulo.
     No ano seguinte publicou dois novos volumes: Horas de leitura, pelo Instituto nacional do Livro, e Machado de Assis e a Política e outros Estudos, pela organização Simões Editora, do Rio.
     Em 1960, foi lançada, depois de revista e aumentada, A Vida literária no Brasil – 1900, vol. 108 da coleção “Documentos Brasileiros”, da livraria José Olympio Editora. Quando se preparava para lançar o volume seguinte desse amplo painel da vida literária no Brasil – A Época Modernista - na madrugada de 20 de agosto de 1961 o escritor morre atropelado por um automóvel em disparada na praia do Flamengo.
     Depois de sua morte, graças a dedicação dos amigos e à compreensão de órgãos oficiais de cultura, foram publicadas mais quatro obras de Brito Broca:
     Quando Havia Província, separata da Revista do Livro nº 21-22; Pontos de Referência, coletânea de ensaios organizada, ainda pelo escritor, pouco antes de sua morte; Memórias (incluindo o capitulo Quando havia Província ), vol.135 da Coleção “Documentos Brasileiros”; e Letras Francesas, coleção “Textos e documentos”, da Comissão Estadual de Literatura, do Conselho Estadual de Cultura.
     Em 1979, por iniciativa de seu grande amigo Alexandre Eulálio, começaram a ser publicadas sua obras Reunidas (previstas para 16 volumes).

     Extraído do Livro: 3 Escritores de Guaratinguetá
     Seleção e apresentação dos textos: Moacyr Limongi Moreira
     Fonte: www.guaratingueta.sp.gov.br/cultura